{"id":467,"date":"2018-11-26T15:22:40","date_gmt":"2018-11-26T17:22:40","guid":{"rendered":"http:\/\/sermulheremtech.com.br\/?p=467"},"modified":"2025-08-22T11:28:32","modified_gmt":"2025-08-22T11:28:32","slug":"corri-muito-atras-da-minha-independencia-e-sonhos-conheca-fabiola-marchiori-superintendente-digital-do-itau-unibanco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sermulheremtech.org.br\/en\/corri-muito-atras-da-minha-independencia-e-sonhos-conheca-fabiola-marchiori-superintendente-digital-do-itau-unibanco\/","title":{"rendered":"Fab\u00edola Marchiori &#8211; Superintendente Digital do Ita\u00fa Unibanco"},"content":{"rendered":"<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"467\" class=\"elementor elementor-467\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-58a44e7c elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-column-slider-no wpr-equal-height-no\" data-id=\"58a44e7c\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-756e5f2\" data-id=\"756e5f2\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-77a383a5 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"77a383a5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h2>&#8220;Corri muito atr\u00e1s da minha independ\u00eancia e sonhos\u201d \u2013 Conhe\u00e7a Fab\u00edola Marchiori, Superintendente Digital do Ita\u00fa Unibanco<\/h2><p>Minha vida foi desafiadora. Na empresa que trabalhei aos 18 anos, fui a primeira mulher. Depois fui uma das tr\u00eas mulheres, de uma sala de quase trinta, que se interessaram por Intelig\u00eancia Artificial no in\u00edcio dos anos 2000.<\/p><p>Me formei no mestrado com uma filha de cinco anos e trabalhando em tempo integral. Sempre amei codificar, discutir solu\u00e7\u00f5es e propor maneiras de fazer o imposs\u00edvel ser poss\u00edvel. Tenho um amor profundo pela tecnologia porque acredito que realmente pode mudar o mundo. Resolver problemas reais como fome, corrup\u00e7\u00e3o, como nos movemos de um lugar a outro, como geramos energia, e, principalmente, como a tecnologia nos leva a entender a m\u00e1quina mais perfeita da natureza: o c\u00e9rebro humano.<\/p><p>Por tr\u00e1s de toda essa trajet\u00f3ria, sempre esteve uma mulher batalhadora que se esfor\u00e7ou muito. Cresci tendo uma mulher\u00a0 como l\u00edder da casa. Sou filha de uma m\u00e3e solteira, guerreira, que me criou acreditando que eu poderia realizar qualquer coisa que quisesse, desde que me esfor\u00e7asse pra isso. \u201cFa\u00e7a o que quiser fazer, mas se esforce e seja dona de voc\u00ea\u201d, ela me dizia. E a\u00ed, por esse apoio, por estar correndo atr\u00e1s da minha independ\u00eancia e por uma quest\u00e3o de afinidade com as exatas, eu acabei escolhendo o caminho da tecnologia.<\/p><p>Na cidade onde mor\u00e1vamos tinha um col\u00e9gio t\u00e9cnico federal, muito concorrido, que j\u00e1 formava os alunos para trabalharem depois do terceiro ano. Fiz o t\u00e9cnico em eletr\u00f4nica e quando conheci o computador, me apaixonei desesperadamente.<\/p><p>Na \u00e9poca da faculdade, j\u00e1 tive a percep\u00e7\u00e3o de que era uma \u00e1rea tomada por homens e, no come\u00e7o, at\u00e9 tentei me adaptar assumindo uma postura masculinizada, mais agressiva. N\u00e3o que mulheres n\u00e3o sejam agressivas tamb\u00e9m, mas o estere\u00f3tipo masculino, daquele homem que bate na mesa, que xinga. E a\u00ed um dia percebi que ser diferente, ser outra pessoa e apostar em habilidades at\u00e9 ent\u00e3o desprezadas era, na verdade, o que tinha me levado at\u00e9 ali. \u00a0A carreira em tecnologia \u00a0tem muita oportunidade e, com preparo, conseguimos romper as barreiras que tentam nos impor.<\/p><p>Hoje, eu trabalho em uma Organiza\u00e7\u00e3o que olha para a diversidade, mas os cargos de decis\u00e3o, continuam sendo masculinos. Por isso, considero importante que as meninas se empolguem a seguir esta carreira tamb\u00e9m. Para isso, \u00e9 preciso aprender sempre. Esta \u00e1rea tem um amplo espectro de atua\u00e7\u00e3o e vale muito a pena. \u00c9 como desvendar um mundo novo. Dediquem-se a aprender, a acompanhar as mudan\u00e7as constantes da \u00e1rea e n\u00e3o desistam. Voc\u00eas podem ser quem quiserem!<\/p><p>Linkedin: https:\/\/bit.ly\/2r7a5yY<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Corri muito atr\u00e1s da minha independ\u00eancia e sonhos\u201d \u2013 Conhe\u00e7a Fab\u00edola Marchiori, Superintendente Digital do Ita\u00fa Unibanco Minha vida foi desafiadora. Na empresa que trabalhei aos 18 anos, fui a primeira mulher. Depois fui uma das tr\u00eas mulheres, de uma sala de quase trinta, que se interessaram por Intelig\u00eancia Artificial no in\u00edcio dos anos 2000. Me formei no mestrado com uma filha de cinco anos e trabalhando em tempo integral. Sempre amei codificar, discutir solu\u00e7\u00f5es e propor maneiras de fazer o imposs\u00edvel ser poss\u00edvel. Tenho um amor profundo pela tecnologia porque acredito que realmente pode mudar o mundo. Resolver problemas reais como fome, corrup\u00e7\u00e3o, como nos movemos de um lugar a outro, como geramos energia, e, principalmente, como a tecnologia nos leva a entender a m\u00e1quina mais perfeita da natureza: o c\u00e9rebro humano. Por tr\u00e1s de toda essa trajet\u00f3ria, sempre esteve uma mulher batalhadora que se esfor\u00e7ou muito. Cresci tendo uma mulher\u00a0 como l\u00edder da casa. Sou filha de uma m\u00e3e solteira, guerreira, que me criou acreditando que eu poderia realizar qualquer coisa que quisesse, desde que me esfor\u00e7asse pra isso. \u201cFa\u00e7a o que quiser fazer, mas se esforce e seja dona de voc\u00ea\u201d, ela me dizia. E a\u00ed, por esse apoio, por estar correndo atr\u00e1s da minha independ\u00eancia e por uma quest\u00e3o de afinidade com as exatas, eu acabei escolhendo o caminho da tecnologia. Na cidade onde mor\u00e1vamos tinha um col\u00e9gio t\u00e9cnico federal, muito concorrido, que j\u00e1 formava os alunos para trabalharem depois do terceiro ano. Fiz o t\u00e9cnico em eletr\u00f4nica e quando conheci o computador, me apaixonei desesperadamente. Na \u00e9poca da faculdade, j\u00e1 tive a percep\u00e7\u00e3o de que era uma \u00e1rea tomada por homens e, no come\u00e7o, at\u00e9 tentei me adaptar assumindo uma postura masculinizada, mais agressiva. N\u00e3o que mulheres n\u00e3o sejam agressivas tamb\u00e9m, mas o estere\u00f3tipo masculino, daquele homem que bate na mesa, que xinga. E a\u00ed um dia percebi que ser diferente, ser outra pessoa e apostar em habilidades at\u00e9 ent\u00e3o desprezadas era, na verdade, o que tinha me levado at\u00e9 ali. \u00a0A carreira em tecnologia \u00a0tem muita oportunidade e, com preparo, conseguimos romper as barreiras que tentam nos impor. 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