{"id":414,"date":"2018-05-13T19:18:38","date_gmt":"2018-05-13T22:18:38","guid":{"rendered":"http:\/\/sermulheremtech.com.br\/?p=414"},"modified":"2025-08-22T11:29:08","modified_gmt":"2025-08-22T11:29:08","slug":"a-persistencia-e-a-provacao-sao-nossas-maiores-virtudes-conheca-a-historia-de-elisa-de-andrade-que-abandonou-a-enfermagem-e-se-apaixonou-por-tecnologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sermulheremtech.org.br\/en\/a-persistencia-e-a-provacao-sao-nossas-maiores-virtudes-conheca-a-historia-de-elisa-de-andrade-que-abandonou-a-enfermagem-e-se-apaixonou-por-tecnologia\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria de Elisa de Andrade"},"content":{"rendered":"<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"414\" class=\"elementor elementor-414\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-810bfe2 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default wpr-particle-no wpr-jarallax-no wpr-parallax-no wpr-sticky-section-no wpr-column-slider-no wpr-equal-height-no\" data-id=\"810bfe2\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-67da7557\" data-id=\"67da7557\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1dee5768 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1dee5768\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h2>&#8220;A persist\u00eancia e a prova\u00e7\u00e3o s\u00e3o nossas maiores virtudes&#8221;. Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria de Elisa de Andrade, que abandonou a enfermagem e se apaixonou por tecnologia.<\/h2><p>Enfermagem. Era essa a carreira que, aos 17 anos, eu tinha certeza que queria seguir. Fiz um curso t\u00e9cnico, atuei por 3 meses na \u00e1rea e j\u00e1 foi tempo suficiente para perceber que n\u00e3o seria feliz fazendo aquilo. Ent\u00e3o, aos 19 anos, arranjei outro emprego e comecei a trabalhar como recepcionista na Receita Federal.<\/p><p>Entre as amizades que fiz, me conectei com a administradora do sistema de l\u00e1 e ela foi a minha maior inspira\u00e7\u00e3o. Ela me apresentou a \u00e1rea t\u00e9cnica e me motivou a fazer faculdade. A dedica\u00e7\u00e3o e energia dela para me ensinar e mostrar como a tecnologia funcionava foram extremamente importantes para mim, que estava perdida e n\u00e3o tinha ideia de que caminho seguir.<\/p><p>Sa\u00ed do trabalho e dediquei os seis meses seguintes aos estudos. Consegui passar na faculdade e gostei logo de cara! Apesar de ter sido fisgada pela tecnologia, isso n\u00e3o aconteceu com todos os meus colegas. Vi a sala de aula cada vez mais vazia, porque muitas pessoas desistiram no meio do caminho. Entendo que, como o cen\u00e1rio de educa\u00e7\u00e3o no Brasil tem um grande d\u00e9ficit na \u00e1rea da matem\u00e1tica, muitos talentos acabam se perdendo, na faculdade ou na carreira, por dificuldade de dominar alguns preceitos da tecnologia. Para mim, \u00e9 preciso ter persist\u00eancia. E claro, em uma turma de an\u00e1lise de sistemas, a maioria dos alunos eram homens.<\/p><p>Na faculdade, n\u00e3o senti muito o impacto de ser uma mulher na tecnologia. Acabei formando panelinhas e me aproximei muito das colegas mulheres e isso foi essencial para a minha forma\u00e7\u00e3o e desenvolvimento.<\/p><p>J\u00e1 no mercado de trabalho eu senti todas as dificuldades incessantemente relatadas pela maioria das mulheres. Fui interrompida, fui descreditada, tive a minha capacidade questionada, mas n\u00e3o deixei de seguir em frente. A persist\u00eancia e a prova\u00e7\u00e3o s\u00e3o nossas maiores virtudes.<\/p><p>Acredito que a tecnologia \u00e9 o meio mais universal e plural de quebrar barreiras sociais e proporcionar acesso \u00e0 facilidades e informa\u00e7\u00f5es, que muitas vezes ficam represadas em camadas restritas e conservadoras da sociedade. Acho que \u00e9 um caminho para quebrarmos muitos paradigmas.<\/p><p>Por isso, assim como eu fui inspirada por uma mulher da \u00e1rea da tecnologia, quero inspirar outras meninas a seguirem esta carreira. Vim de uma base familiar humilde e isso n\u00e3o me impediu de ter sucesso no mercado. Consegui, com a rede de apoio que constru\u00ed na faculdade e no trabalho, estruturar um bom background para alavancar a minha trajet\u00f3ria e por isso quero passar a mensagem da import\u00e2ncia da empatia no dia-a-dia. A uni\u00e3o entre as mulheres nesse mercado \u00e9 muito relevante. Al\u00e9m disso, \u00e9 preciso sentir satisfa\u00e7\u00e3o e orgulho do que se faz, deixar o olho brilhar quando se atinge bons resultados. \u00c9 isso que vai te motivar a continuar quando os obst\u00e1culos aparecerem.<\/p><p>Para conhecer mais a trajet\u00f3ria da Elisa, clique <a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/in\/elisa-arantes-de-andrade-99011a65\/\">aqui<\/a>.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;A persist\u00eancia e a prova\u00e7\u00e3o s\u00e3o nossas maiores virtudes&#8221;. Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria de Elisa de Andrade, que abandonou a enfermagem e se apaixonou por tecnologia. Enfermagem. Era essa a carreira que, aos 17 anos, eu tinha certeza que queria seguir. 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Entendo que, como o cen\u00e1rio de educa\u00e7\u00e3o no Brasil tem um grande d\u00e9ficit na \u00e1rea da matem\u00e1tica, muitos talentos acabam se perdendo, na faculdade ou na carreira, por dificuldade de dominar alguns preceitos da tecnologia. Para mim, \u00e9 preciso ter persist\u00eancia. E claro, em uma turma de an\u00e1lise de sistemas, a maioria dos alunos eram homens. Na faculdade, n\u00e3o senti muito o impacto de ser uma mulher na tecnologia. Acabei formando panelinhas e me aproximei muito das colegas mulheres e isso foi essencial para a minha forma\u00e7\u00e3o e desenvolvimento. J\u00e1 no mercado de trabalho eu senti todas as dificuldades incessantemente relatadas pela maioria das mulheres. Fui interrompida, fui descreditada, tive a minha capacidade questionada, mas n\u00e3o deixei de seguir em frente. A persist\u00eancia e a prova\u00e7\u00e3o s\u00e3o nossas maiores virtudes. 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